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Brasil: Um dia Mundial das Missões um pouco diferente PDF Imprimir E-mail
Por p. Gianfranco Graziola, imc   
21 de Outubro de 2008
O dia Mundial das Missões tem sempre algo de interessante e novo na vida das comunidades cristãs que procuram celebrá-lo con uma animação diferente e o mais viva possível.

Este ano celebrei o Dia Mundial das Missões na Paróquia de Santa Lúzia, que por esta ocasião acolhia a celebração do setor VI da Arquidiocese de Manaus.

Desde as primeiras horas da tarde, a quadra da paróquia em que estava preparado o altar para a celebração eucarística, começou a ecoar com os canticos e as danças acolhendo as pessoas provenientes das diversas comunidades, áeras missionárias e paróquias para uma celebrar na comunhão e na alegria a festa e a vida da missão.


A tardinha, por volta das 18 horas, quando todas as comunidades se tinham feito presentes, deu-se começo a celebração presidida pelo Padre Edimar, Coordenador Pastoral da Arquidiocese de Manaus.



Nas suas palavras, após a proclamação da Palavra de Deus, um vibrante convite a sermos todos missionários conforme nos pede a Igreja da América e do Caribe, no documento saído da Conferência de Aparecida. Mas para sermos missionários é preciso fazer uma experiência forte e transformadora de Jesus Cristo, sem isso a nossa missão se vai diluíndo na apátia de cada dia e das preocupações de uma sociedade que em lugar da mensagem de Jesus coloca o individualismo, o egoísmo, o aniquilamento do outro, o subir na vida e na profissão a todo custo.

A proposta de Jesus, pelo contrário, nos liberta da idolatria de pensar que nós somos os evangelizadores, que nós somos os protagonistas da missão, que nós somos os atores princípais, para dar espaço à vivência do Evangelho que se transforma em boa notícia, em primeiro lugar para nós e consequentemente para todos os que, por nosso meio encontram o Cristo e se tornam seus discípulos. E para concluir, como não lembrar que as nossas comunidades terão um rosto novo, serão comunidades evangelizadoras se cada um de nós passar, do mundo das devoções, das obrigações, para o testemunho de alguém que se tornou vida e missão em nosso coração, atitudes e vida do dia a dia.



Este é o augurio feito a todos nós missionários e missionárias, cristãos e cristãs, afim de que abracemos a grande missão continental proposta pelo nossos bispos em Aparecida.

A celebração, nos seus momentos seguintes, através de preces, orações, cânticos, foi expressão mais uma vez de que a Boa Nova de Jesus Cristo é para todos, grandes e pequenos, adultos e jovens, anciãos e crianças, a nós basta acolhé-la para que ela possa transformar-nos em discípulos e missionários, porque só quem encontrou o Cristo pode abraçar a missão que deve ser levada entre os pobres e os lascados da sociedade, mas também chegar ao mundo das universidades e da cidade que nos desafiam para um diálogo franco e construtor de uma sociedade mais fraterna, humana, solidária, onde a pessoa de Jesus vvai ser vida e vida em abundância.

Os votos é que a partir desta celebração possamos acolher a missão em nossa vida e como enviados levá-la a tantos irmãos indiferentes, frios, descomprometidos para que, como para os discípulos de Emaús os seus corações voltem a arder com o fogo do Espírito e o anúncio do Evangelo volte a ecoar em cada lugar e canto do universo.
Última Atualização ( 20 de Outubro de 2008 )

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