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BREVE CRÓNICA DO XI CAPÍTULO GERAL
No dia 20 de Junho de 2004, por meio de uma carta endereçada a todo o Istituto, o Superior Geral convocava o XIº Capítulo Geral, a celebrar em São Paulo (Brasil), a partir do dia 10 de Abril de 2005. Na mesma carta indicava também o tema principal do Capítulo que deveria ser “O nosso estilo missionário” (Ratio missionis), como natural desenvolvimento daquilo que tinha sido aprofundado no Xº Capítulo sobre “O nosso ad gentes”. O padre Pietro Trabucco explicava além disso o modo como todos os Missionários seriam empenhados na fase preparatória através do estudo dos Lineamenta, preparados por uma comissão precapitular, e com a oferta das suas contribuições que depois a mesma comissão valorizaria na redacção do Instrumentum laboris. A carta convidava finalmente a recorrer à oração em todas as comunidades, utilizando esquemas apropriados, redigidos juntamente com as Missionárias da Consolata. Juntamente com a carta foram publicadas as “Normas para a eleição dos Delegados” e se indicava o dia 10 de Julho 2004 como data de início do processo eleitoral. A carta de convocação a todos os capitulares foi enviada pelo Superior no dia 1 de Dezembro de 2004. Nela se explicava também que a comissão precapitular, além do Instrumentum laboris, tinha preparado uma dezena de “fichas de trabalho” para poder acolher as numerosos sugestões recebidas dos confrades.
É este o elenco dos Missionários capitulares:
Membros de direito:
Direcção Geral e “Uffici” 1. P. Piero Trabucco Superior Geral 2. P. Antonio Bellagamba Vice Superior Geral 3. P. Norberto Ribeiro Louro Conselheiro Geral 4. P. Aquiléo Fiorentini Conselheiro Geral 5. P. Jean André Benedetti Conselheiro Geral 6. P. Marco Marini Administrador Geral 7. P. Darci Vilarinho Secretário Geral
Superiores Regionais 8. P. Roberto Lorenzatti Sup. Regional Argentina 9. P. Michelangelo Piovano Sup. Regional Brasil 10. P. Sandro Carminati Sup. Regional Colômbia 11. P. Rinaldo Do Sup. Regional Congo – Isiro 12. P. José Martín Ruiz Sup. Regional Etiópia 13, P. Franco Gioda Sup. Regional Itália 14. P. Luigi Brambilla Sup. Regional Quénia 15. P. Artur Pereira Marques Sup. Regional Moçambique 16. P. Leonard De Pasquale Sup. Regional América do Norte 17. P. Luís R. G. Tomás Sup. Regional Portugal 18. P. António M. Jesus Fernandes Sup. Regional Roraima 19. P. Álvaro Palacios Arregui Sup. Regional Espanha 20. P. Giuseppe Inverardi Sup. Regional Tanzânia
Membros Eleitos: 21. P. Rubén Horacio López Argentina 22. P. Jaime Carlos Patias Brasil 23, P. José Salvador Medina Brasil 24. P. Ernesto Viscardi Casa Geral 25. P. Joaquín H. Pinzón Guisa Colômbia 26. P. Antonio Bonanomi Colômbia 27. P. Stefano Camerlengo Congo Kinshasa 28. P. Jesús Alonso Alvarez Quintero Congo Isiro 29. P. Francisco López Vázquez Coreia 30. P. Zachariah King’aru Costa de Marfim 31. P. Paolo Angheben Etiópia 32. P. Silvano Cacciari Itália 33. P. Gottardo Pasqualetti Itália 34. P. Francesco Bernardi Itália 35. P. Matthew Ouma Quénia 36. P. Antonio Vismara Quénia 37. P. Vincenzo Salemi Quénia 38. P. Diamantino Guapo Antunes Moçambique 39. P. Giuseppe Ronco Norte América 40. P. Mário Alves da Silva Portugal 41. P. Laurindo Lazzaretti Roraima 42. P. Anthony Ichuloi Oure Espanha 43. P. Giacomo Baccanelli Tanzânia 44. P. Thomas Ishengoma Tanzânia 45. P. José Luís Ponce de León África do Sul 46. P. Agostinho A. Barbosa Silva Venezuela
Membros eleitos Irmãos:
47. Ir. Domenico Brusa África 48. Ir. Carlo Zacquini América 49. Ir. Alessandro Bonfanti Europa
SESSÕES CAPITULARES
Fase inicial
No dia 10 de Abril de 2005, todos os Missionários capitulares se encontram no “Centro de animação missionária José Allamano” de São Paulo (Brasil), para iniciar o XIº Capítulo Geral com uma solene concelebração eucarística. Na sua homilia, o Superior Geral, partindo da narração dos discípulos de Emaús e o seu encontro com Cristo Ressuscitado, põe em relevo como é importante que o membros do Capítulo repitam a experiência evangélica, não só através de uma leitura atenta da realidade do Instituto e da missão, mas também deixando-se guiar pela presença viva de Cristo que com a sua palavra pode aquecer o coração e abrir as inteligências ao correcto conhecimento das coisas. Convida depois a fazer da eucaristia o coração do evento capitular, reforçando deste modo em cada dia a comunhão e a mútua caridade e atingindo com eficácia a unidade de intentos. Finalmente recorda que a missão, anúncio de Cristo Ressuscitado, será sempre o objectivo natural das nossas sessões e a “suprema lex” do próprio Capítulo. Durante a Eucaristia, foi entronizado o livro da Palavra de Deus, qual inspiração constante para cada reflexão e para a programação. Juntamente com a Bíblia também o texto das Conferências de Murang’a teve o seu lugar de relevo. O XI Capítulo Geral celebra-se à distância de cem anos das conhecidas Conferências e pretende atingir o mesmo objectivo que os nossos primeiros Missionários quiseram obter redigindo um projecto missionário que assegurasse a eficácia no trabalho e a unidade de intentos. No dia seguinte, os capitulares juntam-se às Missionárias da Consolata numa peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, para implorar a ajuda e a protecção da Mãe de Jesus. O dia serve também para conviver com as Irmãs e iniciar com elas uma reflexão sobre alguns argumentos de comum interesse. No dia 13 de Abril, após a invocação do Espírito Santo, todos os Capitulares são nominalmente chamados e, verificada a legitimidade dos membros convocados, o Superior Geral declara oficialmente aberto o XI Capítulo Geral. Os Capitulares fazem em seguida a profissão de fé e o juramento de cumprir fielmente a própria tarefa dentro do Capítulo. Aos membros capitulares juntam-se dois confrades, convidados pela Direcção geral: o padre Francisco Leram, do Secretariado para a Missão e o padre Patrick Silva, como secretário externo adjunto. A assembleia toma seguidamente em consideração o texto do regulamento capitular. Constitui-se uma comissão ad hoc para o estudo de algumas passagens particularmente empenhativas do mesmo regulamento. Dois aspectos concernentes o estudo das fichas são postos de lado, à espera que a assembleia se possa pronunciar com maior conhecimento de causa num momento sucessivo. Conclui-se assim a análise do texto do regulamento, que é aprovado provisoriamente à unanimidade. Segue-se a escolha dos Moderadores, dos Secretários e dos membros das várias comissões: Resultam eleitos: - Moderadores: os padres Ronco Giuseppe, Viscardi Ernesto e Inverardi Giuseppe; - Secretários: os padres Lerma Francisco e Pasqualetti Gottardo juntam-se ao Secretário externo p. Patrick Silva; - A Secretaria de redacção será composta por três membros: dois escolhidos pelo Comité Directivo e o terceiro será um dos Secretários. - Comissão litúrgica: p. Vilarinho Darci, p. Ishengoma Thomas, p. López Francisco e p. Salvador Medina; - Secretaria da informação: os padres Bernardi Francesco, Patias Jaime, Alvarez Alonso e De Pasquale Leonard; - Comissão mista IMC/MC: a assembleia determina que os dois representantes IMC sejam os padres Fiorentini Aquiléo e Louro Norberto; - Comissão lúdica: os padres Camerlengo Stefano, Do Rinaldo e Alvaro Palacios.
Seguidamente estuda-se e aprova-se por unanimidade a agenda capitular. Decide-se que o Presidente do Capítulo envie algumas cartas de agradecimento àqueles que mandaram mensagens augurais. À Congregação para os Institutos da Vida Consagrada e à Congregação para a Evangelização dos Povos escrever-se-á novamente para informar sobre a eleição da nova Direcção geral. Outros três momentos completam a fase introdutória: - Um dia de retiro, orientado pelo Carmelita Frei Patrício Sciadini; - Um meio-dia de introdução ao “espírito” do Capítulo, com a ajuda do mesmo Frei Patrício Sciadini; - Um dia de escuta de dois “testemunhos”: Ir. Ana Roy das Irmãs auxiliares do Sacerdócio e Dom Luciano Mendes de Almeida, Arcebispo de Mariana.
Relatórios
No dia 18 de Abril começou a fase da apresentação dos relatórios. Inicia-se com a leitura do relatório da Direcção Geral que é dividido em várias partes para facilitar o pedido de esclarecimentos. O Padre Marco Marini, Administrador geral, integra copiosamente o relatório da Direcção Geral com dados e números respeitantes à situação financeira e administrativa do Instituto. Terminada a leitura, a assembleia dividiu-se em grupos para uma análise aprofundada do mesmo relatório e para individuar os temas que poderão ser retomados mais tarde pela assembleia capitular. A opinião de cada grupo e os temas seleccionados foram depois apresentados a toda a assembleia. Terminada esta fase, o Moderador de turno pediu à assembleia se aceitava o relatório da Direcção Geral no seu conjunto e se estava de acordo com a sua publicação. No Boletim oficial do Instituto. Com um só voto contrário, os Capitulares responderam favoravelmente às duas perguntas. Antes da apresentação dos relatórios das Circunscrições, foi debatida e aprovada a proposta da Direcção Geral de convidar um Leigo Missionário da Consolata para apresentar ao Capítulo, em nome dos outros leigos, o documento estudado no Convénio dos LMC, que se realizou em Turim no mês de Agosto de 2004. A assembleia deu a sua aprovação por larga maioria. Seguiu-se a apresentação dos relatórios das Circunscrições, a começar pelas do continente África. Cada Superior Regional teve 10 minutos à sua disposição para ilustrar o relatório e outros 20 para responder às perguntas dos Capitulares. Às Regiões de maior dimensão concedeu-se um tempo suplementar. À apresentação das Circunscrições da África seguiu-se a da América e depois a da Europa e Coreia. No fim da apresentação dos relatórios de cada continente, o Conselheiro continental foi convidado a oferecer o seu ponto de vista, amadurecido sobretudo através do contacto que teve com os confrades e o seu trabalho missionário. O aprofundamento destes relatórios foi seguidamente feito por grupos continentais que, além de uma análise da situação global do continente, redigiram uma síntese que foi apresentada à assembleia, na qual se põem em evidência os aspectos positivos, os problemas e as propostas operativas em vista do futuro.
O Instrumentum laboris
O debate sobre a primeira parte do Instrumentum laboris teve início no dia 25 de Abril. Após uma breve apresentação feita pelo padre Giuseppe Ronco, como membro da comissão precapitular, o texto foi dividido em cinco partes e entregue a cinco grupos para correcção e melhoramento. O trabalho dos grupos foi depois entregue à comissão de redacção, constituída pelos padres Gottardo Pasqualetti, José Luís Ponce de León e Joaquin H. Pinzón G., a qual procurou aperfeiçoar a forma e o conteúdo dos textos, antes de serem apresentados à assembleia para aprovação. Segue-se o mesmo processo na segunda parte do Instrumentum laboris constituído por fichas, tanto as anteriormente preparadas pela comissão precapitular como as que foram propostas pelos grupos continentais. O número total de fichas é de 16. Para a preparação das novas fichas foram constituídos alguns grupos de trabalho formados por pessoas competentes na matéria a tratar. Foi dada uma atenção particular à ficha “Organização para um serviço mais coordenado e eficaz”, que foi estudada por todos os grupos. Também a ficha “Leigos Missionários” recebeu um tratamento especial, graças à contribuição dada pelo Sr. Sílvio Testa, Leigo Missionário da Consolata. O trabalho sobre as fichas ocupou a assembleia capitular praticamente até ao fim do próprio Capítulo.
Outras decisões
Trata-se de aspectos ou temas que a assembleia capitular quis tomar em consideração para aprofundar o seu significado e para dar orientações operativas. São estes os temas afrontados: Novas fundações; Europa; redimensionamento; férias; postulação, assunção de responsabilidades; acrescentos ao Directório geral; formação permanente; primeira destinação; bens culturais; “Da Casa Madre”
Eleição da Direcção Geral
A eleição foi precedida e preparada por duas sondagens realizadas na semana anterior às eleições. Tais sondagens permitem fazer emergir nomes de confrades que podem considerar-se possíveis candidatos a fazer parte da nova Direcção Geral. A manhã do dia 9 de Maio, vivida em silêncio, no discernimento e na oração, concluiu-se com a Eucaristia De Spiritu Sancto, presidida pelo padre Pietro Plona, confrade “externo” ao Capítulo. À tarde deu-se início ao processo eleitoral. Após a leitura dos pontos do regulamento que se referem às eleições, a assembleia decide que depois da eleição do Superior e Vice Superior Geral, os Conselheiros sejam eleitos por ordem alfabética continental e que a sua posição no Conselho Geral será estabelecida de acordo com o ano de profissão religiosa de cada um deles. Eis o resultado dos escrutínios em que os membros da Direcção Geral ficaram eleitos:
Superior Geral: P. Aquiléo Fiorentini, 35 votos P. Francisco López Vázquez, 13 votos P. Francisco Lerma, 1 voto
Vice Superior Geral: P. Stefano Camerlengo, 36 votos P. Antonio Vismara, 8 votos P. Francisco López Vázquez, 2 voto P. Jean André Benedetti, 2 voto P. Antonio Bonanomi 1
Segundo Conselheiro: P. Francisco López Vázquez, 40 votos P. Antonio Vismara, 4 votos P. Francesco Bernardi, 2 votos P. Franco Gioda, 1 voto P. Francisco Lerma, 1 voto P. Leonard De Pasquale, 1 voto
Terceiro Conselheiro: P. António M. Fernandes, 34 votos P. Michelangelo Piovano, 7 votos P. Salvador Medina, 5 votos P. Alonso Alavarez Quintero, 1 voto P. Antonio Bonanomi, 1 voto P. Roberto Lorenzatti, 1 voto
Quarto Conselheiro: P. Matthew Ouma, 26 votos P. Zachariah King’aru, 21 votos P. Stephen Okello, 1 voto
No dia 11 de Maio, durante a celebração Eucarística, presidida pelo novo Superior Geral, padre Aquiléo Fiorentini, os membros da Direcção Geral fazem a prescrita profissão de fé e o juramento “de munere fideliter adimplendo”.
Actos conclusivos
No dia 14 de Maio, no fim da sessão da tarde, o Superior geral pergunta à assembleia capitular se todos os temas previstos pela agenda foram devidamente tratados e se o trabalho do capítulo se pode considerar encerrado. Tendo recebido o parecer positivo unânime, o Superior Geral declara concluído o XIº Capítulo Geral. Agradece depois ao padre Michelangelo Piovano e à Região do Brasil a hospitalidade muito cordial que foi dada à assembleia capitular. No dia 15 de Maio, na solene concelebração eucarística de Pentecostes, a assembleia entrega à acção do Espírito Santo o período pós-capitular do Instituto, invocando sobre todos os confrades e sobre as Missionárias da Consolata uma bênção especial de Nossa Senhora da Consolata e do Beato José Allamano.
MENSAGEM DO CAPÍTULO GERAL
A SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI 00120 CITTÀ DEL VATICANO
Missionários da Consolata, reunidos para seu Capítulo Geral em São Paulo, Brasil, exultam pela eleição de Vossa Santidade a sucessor de Pedro como Bispo de Roma e Pastor da Igreja universal. Exprimem devoção filial e invocam presença materna de Maria sobre ministério Petrino de consolação para a humanidade, confirmam seu empenho de vida totalmente dedicada ao anúncio do evangelho ad gentes. Imploram Bênção Apostólica sobre o trabalho do Capítulo, actividades do Instituto e comunidades cristãs entre as quais vivem a missão. São Paulo, 20 de Abril de 2005 Padre Piero Trabucco, Superior Geral
MENSAGEM DO SUPERIOR GERAL
São Paulo, 20 de Maio de 2005
Caríssimos Missionários,
Falta só um mês para a festa da nossa muito amada Mãe Consolata. Na solenidade de Pentecostes, em São Paulo, terminámos a celebração do XIº Capítulo Geral, dando início deste modo a uma nova etapa no caminho do nosso Instituto. Sinto neste momento no coração uma enorme gratidão para com o Senhor por tudo quanto realizou em nosso favor. Em meu nome e em nome dos outros membros da Direcção Geral, quero agradecer a cada um de vós, individualmente, caríssimos confrades, pela oração com que nos acompanharam, pelo interesse que manifestastes no decurso do Capítulo e pelos votos que fizestes chegar até nós. Obrigado! É para nós de grande encorajamento a certeza de que os confrades que já vivem junto do Senhor ressuscitado intercedem por nós e imploram para nós fidelidade ao chamamento do Senhor e entrega à nossa missão. Desejo além disso informar que o Conselho Geral se encontrará em Roma de 16 de Junho a 31 de Julho. Nestas primeiras semanas e depois no mês de Agosto cada um dos membros da Direcção Geral fará a entrega dos respectivos cargos nas próprias Regiões. Durante a segunda parte do mês de Junho e em todo o mês de Julho, o Conselho reunir-se-á para afrontar os assuntos que necessitam de respostas imediatas, tais como algumas destinações. A partir de Setembro, iniciará em Roma o seu trabalho ordinário. Dando agora uma vista de olhos às Actas Capitulares, dou-me conta de como o acontecimento que vivemos em São Paulo foi um tempo de graça e um dom do Espírito oferecido ao nosso Instituto. Os Capitulares já deixaram o Brasil, terminou a experiência capitular. Cabe agora a cada um de nós transformar os documentos em vida, em caminho, em esperança para o nosso serviço missionário à Igreja e ao mundo. Neste período partilhámos reflexões e muito discernimento para compreender o que Deus nos pedia a nós, Missionários da Consolata. Três características marcaram a nossa reflexão: 1. A escuta da realidade: Nas primeiras duas semanas ouvimo-nos mutuamente, celebrando as maravilhas e as esperanças que o Senhor realiza na nossa missão, partilhando também as preocupações, os medos e as ânsias apostólicas que fazem parte da nossa vida. 2. A atenção à nossa formação: Em todos esteve presente o desejo que a nossa formação fosse sempre mais qualificada, sempre mais de ajuda aos nossos jovens, e sempre mais verdadeira a preparação para enfrentar os desafios da história e do hoje de Deus. 3. A continentalidade: A reflexão capitular tomou em consideração a realidade das nossas presenças e dos desafios que cada país apresenta ao nosso serviço missionário, tendo em conta o caminho de comunhão na diversidade dos nossos Continentes.
Estamos agora a fazer a tradução das Actas Capitulares nas várias línguas. Pensamos que no fim de Junho elas poderão estar à disposição de todos os missionários, como material de recurso para qualificar sempre mais as nossas comunidades, chamadas a dar testemunho de vida e zelo apostólico no meio das pessoas com que trabalhamos.
Faço votos que o Espírito Santo, constantemente invocado e depois solenemente celebrado na conclusão do Capítulo, na festa de Pentecostes, seja o verdadeiro protagonista da nossa missão. Preparamo-nos agora para celebrar a festa da Santíssima Trindade: seja para nós apelo a caminharmos em unidade e no espírito de família.
Termino, dirigindo ainda o pensamento à nossa Mãe Consolata, em cuja Festa, a 20 de Junho, estarei em Turim juntamente com os outros membros da nova Direcção Geral, em oração diante da sagrada Efígie, para implorar protecção e assistência sobre todo o Instituto.
Saúdo-vos, implorando sobre todos a bênção do nosso Pai Fundador!
Fraternamente, P. Aquiléo Fiorentini, IMC (Padre General)
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