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| V Conferência da Região da Etiópia |
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| Por P. Aquiléo Fiorentini, IMC - P. José Luis Ponce de León, IMC | |
| 16 de May de 2007 | |
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V CONFERÊNCIA DA REGIÃO DA ETIÓPIA
Aprovação das Actas Ofício n.º 256/06 Não nos cansemos de fazer o bem, porque
em devido tempo, teremos boa colheita” (Gál 6, 9) Caríssimos Confrades da Região da Etiópia: É com alegria e também com ansiedade que nos dirigimos a vós com esta carta. Com alegria, pelo grande trabalho missionário que há já muitos anos fazeis, com constância e com coragem, no meio de inúmeras dificuldades. Por certo que a vossa missão não é fácil e exige muita força interior. Com alegria, ao pensarmos nos testemunhos que têm sulcado esta terra maravilhosa e tão querida do nosso Pai Fundador. Alegria ainda por vermos a grande determinação com que cumpris programas e projectos de desenvolvimento em prol dos mais pobres e dos mais necessitados. A Região da Etiópia sempre manteve clara esta opção preferencial de ajuda e promoção da pessoa. Alegria, uma vez mais, por terdes assumido a comunidade de Djibouti como parte integrante do vosso projecto missionário, estímulo e confronto para vós e para todas as circunscrições do continente africano sobre a temática do diálogo religioso. Mas também vos escrevemos com ansiedade em relação à caminhada futura. Permiti que reflictamos convosco sobre a vossa vida missionária e partilhemos algumas preocupações quanto à procura do melhor para a vossa existência e para a vossa actuação. 1. A pessoa do missionário e a vida comunitária. As actividades tão variadas e os compromissos com os projectos de promoção social, ocupam a maior parte do vosso tempo. Por esta razão, percepciona-se entre os missionários um certo cansaço pessoal, com dificuldades na vida comunitária e na tarefa da evangelização. Portanto, é indispensável fazer um discernimento lúcido para procurar pistas concretas em ordem a uma autêntica revitalização na dimensão do ser e do fazer, do sentir e do pensar, do conviver e do comunicar. 2. As actividades missionárias. Das Actas da vossa Conferência transparece a dificuldade em realizar um projecto missionário equilibrado em todas as dimensões: do individual, do comunitário e do apostólico. São poucas as propostas concretas de opções missionárias. A AMV é uma prioridade, mas é preciso incentivar o compromisso da animação missionária vocacional para a nossa família e para a Igreja local, para que se torne um projecto em que todos os missionários se sintam envolvidos. Além disso reafirmamos a importância da colaboração com as Missionárias da Consolata. É esta uma riqueza que deve ser valorizada para bem da missão e para o testemunho da comunhão no meio do povo. Neste sentido, até as comunidades “mistas”, formadas com sacerdotes diocesanos, merecem uma reflexão mais aturada e maior actuação nossa. 3. O redimensionamento. O XI Capítulo Geral e os nossos documentos internos convidam-nos a considerarmos como obrigação prioritária o sério e autêntico redimensionamento, para dar qualidade ao nosso serviço e ao nosso projecto missionário, e estimular a população local a também assumir as suas responsabilidades. Nesta fase da nossa história na Etiópia, cremos ter chegado a hora de repensarmos o nosso carisma “ad gentes” – sobre como promovemos o amadurecimento da Igreja local, sobre os passos a dar para ajudar este povo e esta Igreja a crescerem. Caríssimos Confrades: Ao aprovarmos as Actas da Conferência regional, queremos construir convosco o novo projecto que a Conferência orientou e que desejáveis. “O Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus de toda a Consolação” (2 Cor 1, 3)) vos abençoe e vos acompanhe, com Maria Consolata, Rainha da Missão. Roma, 30 de Novembro de 2006
P. Aquiléo Fiorentini, IMC – Superior Geral P. José Luís Ponce de Léon, IMC – Secretário Geral |
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| Última Atualização ( 15 de May de 2007 ) |
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