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| X Conferência da Região do Quénia |
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| Por P. Aquiléo Fiorentini, IMC - P. José Luis Ponce de León, IMC | |
| 16 de May de 2007 | |
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X CONFERÊNCIA DA REGIÃO DO QUÉNIA
Aprovação das Actas Ofício n.º 257/06 Caríssimos Missionários: A vossa Região tem o privilégio de ser a filha primogénita do Instituto. O carisma que ficou semeado nesta terra fértil, germinou e deu frutos a cem por um. A evangelização dos nossos missionários gerou muitas e fervorosas igrejas locais e dioceses. Agora, a Região conta com o ciclo completo da formação básica e dá muitos confrades à nossa família. É representada por mais de um dos seus filhos na hierarquia da Igreja local como pastores. Tem sob a sua responsabilidade amplos espaços geográficos, com grande número de pessoas por evangelizar, partilha das alegrias e sofrimentos da missão com as Missionárias da Consolata, que nasceram do mesmo tronco. Nestes tempos somos chamados a inculturar o carisma com maior convicção ainda, e com uma reflexão atenta. É tarefa prioritária para a continuidade da nossa presença. O Conselho Geral, tendo consciência de tudo isto, anota-o, dando graças a Deus e a todos os missionários. É tarefa da memória celebrar o passado e projectar-se para o futuro. Hoje, sedes chamados a enfrentar novas urgências referentes ao estilo de vida e de actuação, às nossas fundações, ao pessoal, à formação, aos serviços ao Instituto e à Igreja local, à promoção humana e à evangelização. Trata-se de um momento novo e decisivo, em que quereis viver e trabalhar sob a orientação do Espírito que continuamente tudo purifica e tudo renova. Ao aprovarmos as Actas da Conferência Regional, a Direcção Geral deseja submeter à atenção do Conselho Regional e dos confrades da Região as seguintes observações e recomendações: 1. Projecto missionário: a. As Actas não deram evidência suficiente da leitura da realidade social, eclesial e comunitária. Convidamos a Direcção Regional a suprir esta lacuna tratando dela, ao menos uma vez cada triénio, nas várias assembleias regionais ou de zona. b. Aproveite-se também delas para concretizar e cumprir um Projecto missionário Regional que contemple todas as dimensões da nossa vida e da nossa actuação. Deve prever uma caminhada clara e precisa no campo do redimensionamento, pondo em prática as indicações do Capítulo Geral e da Conferência Regional, indicando metas, tempos e opções em concreto. c. Merecem uma atenção toda particular os jovens missionários que se vêm inserindo na Região. Devem ser acompanhados e guiados nesta inserção e no seu serviço de modo que ela seja vantajosa para as pessoas e para o desenvolvimento da nossa família missionária. d. Pedimos especialmente à Direcção Regional para acompanhar a AMV. Esta opção, que é prioritária, deve tornar-se cada vez mais uma característica identificadora da Região no futuro próximo. Os Centros de AMV devem ser impulsionadores de reflexões e iniciativas capazes de nos facultar aquele “algo mais” que o nosso querido Fundador tanto estimava. 2. Formação: Pedimos um discernimento todo especial e profundo sobre a formação. A nossa família no Quénia tem sido abençoada com muitos jovens a entrarem no Instituto. É motivo de acção de graças a Deus mas também é motivo para reflexão e avaliação do serviço que fazemos aos jovens, tendo em consideração o pessoal, as instalações e o projecto de formação. 3. Vida fraterna: Lembremo-nos de que o Fundador quer que sejamos santos e, portanto, nos convida a viver adequadamente a vocação a que o Senhor nos chamou com amor, desde o início, responsabilizando-nos uns aos outros em verdadeiro espírito de família. Caminhai juntos, partilhando a vida e não apenas o trabalho. Vivei a comunhão como lugar privilegiado em que somos chamados à santidade de vida. O voto deste Conselho é que cada missionário da Região, sempre grato pelo dom da vocação missionária, seja generoso em acolher e realizar o que o Espírito já fez maturar através da Conferência Regional. Que a Cruz que encontrais pelo caminho seja um instrumento de purificação e um meio de configuração com o Salvador, com quem, um dia, coabitaremos para gozar da glória do Pai. Juntos a vós, invocamos a protecção de Maria Consolata e a bênção do Beato José Allamano sobre a nossa fundação e obra missionária no Quénia. Roma, 30 de Novembro de 2006
P. Aquiléo Fiorentini, IMC – Superior Geral P. José Luís Ponce de León, IMC – Secretário Geral |
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| Última Atualização ( 15 de May de 2007 ) |
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