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Animação Missionária e Vocacional PDF Imprimir E-mail
Por Secretariado para a Missão   
10 de April de 2006

Conclusões do Encontro Europeu de Superiores e Encarregados do setor 



Roma, 11-14 de setembro de 2000.

ANIMAÇÃO MISSIONÁRIA E VOCACIONAL

Conclusões e decisões tomadas na assembleia

A. Ser significativos, como missionários, na Igreja local.
As pessoas: atualizar, qualificar, especializar e apoiar os AMV e as comunidades
.

Comunidades e animadores IM C e MC
1. Valorizar o pessoal disponível, informando, sensibilizando e formando todos os membros e todas as comunidades;
2. trabalhar nos centros missionários (1MC/MQ e assumir tarefas específicas em setores afins (imigrados, Justiçae Paz,..) que nos dêem ’Visibilidade";
3. elaborar um projeto específico de AMV: IMC/MC;
4. procurar juntos (IMC e MC) uma escolha A d Gentes.

Fazer a escolha de centros específicos e qualificados de AMV
1. para qualificar e priorizar as propostas de AMV,
2. "apoiando" o pessoal envolvido,
3. com um plano de ação, segundo objetivos determinados,
4. dando continuidade a projetos e iniciativas,
5. trabalhando também com os leigos.

Testemunhar e agir de acordo com o nosso carisma Ad Gentes e a Consolação

1. testemunhar a unidade;
2. viver comunitariamente uma espiritualidade "visível" e encarnada;
3. colaborar com os institutos missionários (e outras forças): em conjunto, dar respostas e propor ações concretas à Igreja local e à sociedade;
4. divulgar, dentro e fora da igreja, as nossas mensagens-conteúdos, utilizando todo tipo de meios de comunicação social.

Formação e preparação dos AMV
1. As Direções Regionais MC/MC elaborem um programa de AMV para a formação das pessoas e comunidades;
2. a nível regional e depois europeu haja troca das experiências significativas levadas adiante pelos AMV;
3. valorizar as propostas formativas para os animadores existentes a nível nacional;
4. as Direções Regionais, conhecendo os missionários destinados à AMV naEuropa, preocupem-se de "introduzi-los" no contexto sócio-eclesial;
5. organizem-se encontros periódicos, para animadores, anível continental, sobre as temáticas mais necessárias;
6. a formação dos AMV preveja:
- a releitura da própria experiência missionária;
- os conteúdos próprios da nossa AMV;
- os caminhos das Igrejas locais (escolhas pastorais e missionárias);
- as novas problemáticas e as novas linguagens sobre globalização.

AMV e Regiões da Europa
1. Os diretores regionais de AMV mantenham-se em constante contato;
2. promover alguma atividade de AMV a nível europeu.

B. Ser significativos, como missionários, na Igreja local O projeto: requalificar e reelaborar a nossa AMV.

Grupo de reflexão permanente sobre AMV na Europa
• O grupo seja formado por: 1 pessoa que conheça bem a atual realidade cultural europeia, social c ccíesial; 1 pessoa que conheça bem a atual realidade juvenil/ vocacional; 1 pessoa que seja prática do nosso mundo concreto de AMV; 1 teólogo; 1 perito em meios de comunicação social.
• A tarefa do grupo será: "animar os animadores". Ou seja, ajudar os animadores a compreenderem a realidade onde se encontram, e propor, em linhas gerais, significativos modos de ação. Cada Região deverá depois concretizar essas grandes linhas, de acordo com a própria realidade local.
• Os Superiores Regionais da Europa assumem o compromisso de:
- formar o grupo, escolhendo as pessoas que farão parte dele;
- determinar-lhe a periodicidade e o modo de encontro;
- divulgar suas reflexões (através dos encarregados regionais de AMV);
- solicitar a colaboração dos Ofícios Gerais, quando for conveniente.

Os AMV continuem (ou comecem) a "entrar em rede"
- com os vários organismos cclesiais e não eclesiais (especialmente os Centros Missionários Diocesanos);
- de maneira qualificada;
- mantendo anossa especificidade como evangelizadores, não só para executar
iniciativas específicas, mas para estimular uma reflexão sobre a Missão.

Os grupos juvenis dos nossos Centros sigam um itinerário sério de formação cristã, espiritual e missionária, que os leve a empenhar-se em atividades missionárias significativas.

As nossas revistas, sobretudo, desempenhem uma função de mediação cultural, para facilitar a convivência entre povos e culturas diferentes.
Devemos dar maior atenção ao aspecto vocacional.

Justiça e Paz

Conclusões e decisões tomadas em assembleia

Sensibilização dos missionários e do povo
1. Para sensiblizar os missionários: encontrar os modos de apresentar os temasdeJustiçaePazdemaneiragradual;
2. levar ao diálogo, no campo da Justiça e Paz, a "missão de primeira linha" e a AMV;
3. viver a Justiça nas nossas comunidades: novos estilos de vida, mais sobriedade, respeitar as leis vigentes em relação ao nosso pessoal;
4. participar das reuniões dos vários organismos da sociedade civil e eclesial;
5. não descuidar, no campo da formação permanente, dos critérios para uma autêntica cooperação missionária (os missionários ainda procuram insistir demais sobre ajuda económica, sem sensibilizar o povo acerca dos temas de Justiça e Paz; para tal fim, valorizem-se os encontros regionais de formação permanente;
6. aproveitar dos serviços pastorais que nos colocam em contato continuado com o povo, para introduzir temas e material de Justiça e Paz na pregação;
7. participar dos laboratórios específicos de Justiça e Paz.

Meios para sensibilizar os missionários e o povo
- Manual de Justiça e Paz e as nossas revistas, com conteúdos apropriados;
- participar de campanhas concretas que, normalmente, contêm um conteúdo não só informativo, mas também formativo;
- os missionários e as missionárias já envolvidos em atividades de Justiça e Paz comuniquem suas experiências às comunidades;
- utilizar os meios de comunicação social para sensibilizar o povo a respeito de Justiça e Paz.

A nível regional e continental
1. Atualizar os dados e as situações de Justiça e Paz através dos site interne adequados;
2. é melhor que não sejamos nós a lançar nossas campanhas, mas < preferível que trabalhemos em sinergia com outros organismos especialmente com os da Igreja local;
3. não perder os nossos conteúdos específicos (fé e Palavra de Deus) a tratar de temas de Justiça e Paz;
4. promover a interação entre os encarregados de justiça e Paz da África da América com os da Europa, e colocá-los em rede através do site;
5. assumir empenhos concretos e constantes em favor da Justiça e Ps (exemplo: participar das campanhas de AEFJN);
6. os encarregados do setor Justiça e Paz EMC e MC encontrem estratégi comuns para sensibilizar os missionários e as missionárias: elaborar e conjunto um projeto, tornar-se voz de defesa dos imigrados, organiz encontros regionais de formação permanente (FP) sobre ternas de Justi ePaz;
7. cada Região faça anualmente uma leitura da realidade do continente
Animação Missionária e Vocacional
8. as nossas revistas poderiam propor uma aula ou oferecer material de Justiça e Paz para a formação de docentes e jovens;
9. cada Região organize a própria Comissão de Justiça e Paz;
10. a nível europeu e com as Missionárias daConsolataé preciso que haja uma coordenação, de competência do Conselheiro continental e do Secretariado;
11. o Secretariado envie material útil a todos os encarregados de Justiça c Paz;
12. aproveitar do curso de renovação de Roma para sensibilizar os missionários sobre temas de Justiça e Paz.

Leigos Missionários da Consolata

Conclusões e propostas da assembleia

Identidade dos Leigos Missionários:
Os grupos de Leigos acompanhados pelas Missionárias da Consolata, por enquanto, seguem um itinerário formativo que os ajudará a definir a própria identidade e as relações ou vínculos com as MC.

Para os Leigos acompanhados pelo IMC
1. Seja clara a escolha de vida em favor da missão ad gentes;
2. intenção clara de trabalhar juntamente com os Missionários durante certo tempo;
3. concretizar o que significa para os leigos "partir";
4. acompanhamento claro de carisma e de espiritualidade.

A estrutura
1. Almeja-se que todo Leigo Missionário tenha uma comunidade ou grupo de referência;
2. o IMC apresente aos Leigos uma posição comum para toda a Europa;
3. o IMC empenhe-se em abrir aos Leigos mais caminhos concretos de missão.

Os vínculos
1. Um relacionamento preferencial com o IMC;
2. um empenho oficial e público através do qual o Leigo se coloca à disposição da missão ad gentes, na pátria ou no exterior.

Para continuar o discernimento sobre os Leigos
1. Enviar aos encarregados dos Leigos IMC na Europa o material produzido no último convénio dos Leigos Missionários (Málaca, agosto de 2000), para que dêem sua opinião a respeito; com discrição, poderão inclusive consultar outros missionários;
2. os encarregados dos Leigos, na Europa, realizem um encontro com o Secretariado;
3. promovam-se ocasiões de encontro e troca de experiências entre os Leigos IMC e os Leigos MC;
4. os encarregados dos Leigos IMC e MC encontrem-se, para estudar a maneira de colaborar na caminhada formativa dos Leigos e no seu envolvimento com a missão.

Meios de comunicação social

Conclusões e propostas que emergiram da assembleia

Site internet
1. Escolhemos o domínio consohta.org como site oficial do IMC;
2. coligar-se-ão todos os outros site ao site oficial;
3. haja cm cada Região um encarregado (rnissionário, missionária, teigo...?) para atualizar os diversos site;
4. o site oficial será utilizado também para o intercâmbio de material útil para a AM V, reciprocamente;
5. as finalidades do site oficial são fundamentalmente três:
a) servir como vil riria tio IMC, em diversas línguas;
b) como coletor dos documentos e publicações oficiais do IMC;
c) parautilizaçãcemnívellocal.
6. É necessário que haja um coordenador a nível geral;
7. a coordenação dos site poderia ser confiada ao diretor daCasa-MSe.
78 Animação Missionária t Vocacional
MISNA .
Conveira-os missionários para o^ie enviem significativos, acontecimentos, desastres, situações inerentes à missão JustiçaePaz...).

Ad Gentes na Europa

À luz dos relatórios apresentados pelos Superiores Regionais da Europa acerca das iniciativas inerentes ao discernimento sobre o nosso ad gentes no continente,
fizeram- se as seguintes observações:

Itália:
1. As Irmãs estão interessadas numa eventual abertura a ser feita em conjunto, mas agora devem esperar as decisões da sua Conferência Regional (dezembro de 2000);
2. o IMC, após a Conferência Regional e o último encontro dos Superiores de comunidades, está avaliando quatro escolhas concretas:
- presença de AMV em Cassano leniu;
- presença de evangelização na Lócride;
- colaboração com a Igreja local na assistência aos prófugos e imigrados da região de Foggia;
- presença na periferia de uma grande cidade.
3. Éoportunoque as duas Direções Regionais IMC e MC dialoguem sobre este ponto.

Espanha:
1. A Espanha está examinando o trabalho com os imigrados e o diálogo inter-religioso com os muçulmanos, na comunidade de Elche;
2. tal ati v jdade ad gentes pretende ser uma qualificação da AMV, envolvendo os jovens, e uma ajuda à Igreja local, uma mediação cultural;
3. pensa-se inclusive em destacar dois missionários para que trabalhem a tempo pleno nesta atividade.

Portugal:
1. Decidiu-se constituir uma comissão de estudo em previsão da nova abertura;
2. pensa-se particularmente em duas áreas: pobreza urbana e imigrados;
3. os critérios são os seguintes: envolvimento de toda a Região, gradual idade na . atuação; um trabalho a ser realizado, na medida do possível, com as MC; seja
uma escolha que exprima aproximação com o povo;
4. uma assembleia regional apontará os tempos e os modos de realizar isso.

Observações:
■ Tais aberturas, segundo o Capítulo, constituem uma requalificação das nossas Regiões e devem ser realizadas, sempre que possível, juntamente com as MC;
■ o pessoal necessário para tais aberturas deve ser encontrado através do redimensionando de alguma outra nossa presença.

Apêndice:

Iniciativas continentais de AM V para o Centenário do IMC

1. IMC 100 Youth Meeting
Data
: 1-8 de agosto de 2001 (chegar a Turim no dia 31 de julho).
Tema: IMC 100 Youth Meeting. "Do Pai ao mundo"... Dos lugares da memória (Turim) à renovação do envio (Roma)... Para narrar a experiência de Instituto feita pelos jovens e depois enviá-los a comunicar a outros essa experiência realizada por eles.
Participantes: Jovens afinados com a caminhada representativa que o Instituto fezemsuaRegiâb. No máximo 120ou ! 30 jovens (2 jovens por Região IMC da África e da América; 20 da Espanha; 20 de Portugal; os restantes da Itália). Foi ventilada também a ideia de uma possível iniciativa para Leigos Missionários, em separado; mas depois a ideia foi abandonada. Cm compensação, alguns Leigos Missionários sejam convidados a participar do convénio dos jovens, para que dêem seu testemunho e falem de sua experiência.

2. Peregrinação a Turim para Damas Missionárias, Grupos de Amigos, FA COMI, Parentes de missionários, Colaboradores...
Esta peregrinação é prevista para o dia 7 de outubro de 2001. É organizada pela Região da Itália, mas convidam-se também representações de outros países europeus.

3. Peregrinações 
A Região da Itália faz saber que, por ocasião dos nossos Centenários, a Casa-Mãe está pronta a acolher várias peregrinações que se dirigem a Turim (refeições e hospedagem). O número ideal de peregrinos que pode ser acolhido é de 55 pessoas. Para toda e qualquer informação, entrar em contato com o Superior da Casa-Mâe.

4. Iniciativa do Quénia para os jovens (Centenário de 2002)
Pede-se que haja peio menos uma representação de jovens das Regiões da Europa. As Regiões da Itália, Espanha e Portugal ainda não tomaram uma decisão definitiva a respeito desta proposta. Fá-lo-ão, com certeza.

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