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| CAPÍTULO 5 – COMO FORMAMOS E NOS FORMAMOS PARA A MISSÃO |
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| Por Consolata.org | |
| 28 de Março de 2006 | |
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37. A formação é um compromisso primário para cada missionário (cfr. Const 86), sendo parte integrante do nosso projecto missionário. “A principal responsabilidade de formação cabe ao próprio indivíduo. Guiado pelo Espírito, ele responde activamente ao chamamento de Deus, tendo como pontos de referência o Evangelho, a Igreja, a comunidade do Instituto e a realidade do mundo contemporâneo” (Const 88). “A comunidade…é lugar privilegiado da formação…” (Const 88.1). Formação básica 38. Na formação básica, o critério fundamental é a missão ad gentes, ad extra, ad vitam, ad pauperes, com uma única direcção para todo o Instituto, que seja adequada às diversidades culturais e sociais (cfr. Const 87). Uma formação missionária relevante, em sintonia com o desejo do Fundador (“a missão na cabeça, na boca e no coração”) implica, por parte da comunidade e de quem dela faz parte, uma tensão vigorosa e clara para a missão bem como o esforço por recuperar o sentido da vida em conjunto, directamente encaminhado para o anúncio. No percurso formativo, retém-se como fundamental a referência à Ratio Formationis e aos Directórios regionais da formação. Formação contínua 39. “O carácter evolutivo da pessoa humana, o seu desenvolvimento na vida cristã e a missão em contínua renovação, a necessidade de nos adequarmos aos ritmos de transformação da sociedade, exigem do missionário que se encontre em estado de formação contínua” (Const 90). Ela leva em consideração todas as dimensões da vida humana e tem por finalidade a interiorização do carisma, do espírito do Fundador e dos ideais de consagração, comunhão e missão (cfr. XCG 47). |
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