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| III. O PESSOAL |
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| Por Consolata.org | ||||||||||||||||||||||
| 12 de March de 2006 | ||||||||||||||||||||||
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Passemos agora à consideração de alguns aspectos referentes ao pessoal apenas para efeitos de anotação e descrição, sem pretender fazer uma análise profunda. A finalidade deste Relatório não permite mais. Mas muito embora a apresentação seja sucinta, estes aspectos permitirão lançar luz sobre a situação que o Instituto está a viver neste momento e poderão ser retomados para tratamento num segundo tempo desta Consulta, se a assembleia houver por bem fazê-lo. 1. O decréscimo do pessoal As estatísticas dos três últimos anos mostram que estamos a passar por uma fase de decréscimo de pessoal no Instituto, embora pela brevidade do período em análise isso não possa ser tomado como indicador fiável de consistência de tendência. Ao confrontarmos os dados que se encontram no Anuário de 1999 com os do de 2002, obtemos o seguinte quadro de pessoal:
O nosso parecer, em termos de factores deste decréscimo, é que ele se deve ao seguinte: em primeiro lugar, a adopção do ano propedêutico não deixou que o Quénia tivesse Noviciado no ano 2000-2001; em segundo lugar, nota-se que todos os anos há uma quantidade consistente de estudantes professos temporários a pedir dispensa dos votos ou a não ser admitida à respectiva renovação (cerca de 15). O primeiro factor foi apenas de conjuntura; mas o segundo preocupa-nos e dá que pensar. Voltaremos ao assunto mais abaixo neste Relatório, ao falarmos da perseverança e das desistências do pessoal em estado de formação. 2. Distribuição do pessoal Passamos a transcrever e a comentar sucintamente aquilo que os Actos Capitulares referem sobre este assunto: "(O Capítulo Geral) como orientação e ajuda à Direcção Geral, dá as seguintes indicações: 2. Pessoal em situações especiais O Relatório do Vice Superior Geral revela que nada menos de 17 Missionários foram encaminhados, nestes três últimos anos, a fazer cursos de recuperação em centros especializados. As situações que eram problemáticas tiveram muito a ver com a área psicossexual. Nalguns casos, tratou-se de problemas de alcoolismo. A avaliação que fazemos destes cursos mostra-se geralmente positiva. O motivo da sua eventual ineficácia - coisa que aconteceu nalguns casos - deveu-se quase sempre ao facto de o indivíduo não admitir ter necessidade de tratamento sério e, por isso, não colaborar com o pessoal terapêutico. Portanto, importa recordar que, antes de se enviar um confrade para cursos deste tipo, é absolutamente necessário dialogar sincera e fraternalmente com ele. A pessoa deve saber de que se está a tratar, em que é que o curso consiste, e qual é o seu objectivo. 3. Colaboração com as Missionárias da Consolata Ela foi desejada e determinada pelos nossos Capítulos mais recentes e parece que, finalmente, entrou pelo caminho certo. As Direcções Gerais, tal como muitas Direcções Regionais, estão agora a estudar em conjunto temas de mútuo interesse, bem como a planificar actividades conjuntas para formação do pessoal. Parece que em toda a parte se está a descobrir a sensatez de colaborarmos juntos em espírito de respeito mútuo e de comunhão, tal como queria o Beato Fundador. |
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